O Islã é a roupa nova do Imperador

Um conto de Hans Christian Andersen conta que um imperador muito exigente pediu a seu alfaiate que fizesse uma roupa especial e inigualável, que fosse uma novidade absoluta. O alfaiate mostrou as mãos vazias ao monarca e disse que a roupa apresentada era de um tecido especial que só as pessoas boas e de coração puro podiam ver. Como não podia enxergar nada, o rei imediatamente fingiu que conseguia ver e vestir a roupa, e saiu nu no meio da multidão, que, petrificada, não ousavam sequer criticá-lo. Até que a voz inocente de uma criança gritou a verdade: “Olha, mãe, o imperador está nu!”  O texto abaixo é de Ali Sina (2013), um dos mais respeitáveis críticos da religião islâmica. Para ler o original, clique aqui.

Publicado por Khadija Kafir em 31-07-2015

Leitor escreve:

Querido Ali Sina,

Eu concordo com você sobre o Alcorão e os Hadith. Maomé era um maléfico depravado (se é que existiu). Será que a razão pela qual os muçulmanos permanecem com esse mal é por causa da punição aos dissidentes? Eu sou britânico e no meu país mesmo que as pessoas desprezem o islã em segredo, ninguém está muito a fim de anunciar isso publicamente. Eles temem serem taxados de racistas ou fascistas. Qual é a sua sugestão para uma medida contra isso? Quando é que a elite política vai acordar? Qual será o ponto de inflexão? Finalmente, o islã está entrando em colapso ou é só boato?

Atenciosamente

A razão pela qual os muçulmanos permanecem atados a sua fé é pelo medo do inferno. Este medo paralisou a mente deles a tal extremo que eles estão sem vontade de considerar que Maomé pode ter sido um mentiroso. Eles não vão nem considerar ler um livro ou um artigo que possa abrir os olhos.

Você me pergunta o que fazer para conter o avanço do islã. Você diz que a maioria das pessoas despreza o islã em segredo, mas não estão com coragem anunciar isso publicamente, para não serem xingados de racistas ou fascistas. Bem, esse é o problema. As pessoas se encurralaram. A solução é simples. Saia do armário e anuncie publicamente que o islã é incompatível com os valores da liberdade e da democracia e que não tem lugar em seu país.

A crítica a uma religião não é racismo. Os maiores pensadores como Voltaire, Bertrand Russel, Thomas Paine e inúmeras outras mentes brilhantes eram críticos acirrados da religião. Por que é que ninguém os chama de racistas? Por que é sensato criticar o cristianismo, o judaísmo o hinduísmo e todas as outras religiões, mas é racismo criticar o islã?

Esta é a mentira islâmica em que muitos não muçulmanos, principalmente os esquerdistas, tomam parte. O Islã não é uma raça. Qual é a raça do Islã? Eles querem fazer bullying com você para silenciá-lo e você não deve ceder a esse bullying.

O islã é também fascismo. É o Islã que não acredita na democracia, igualdade, e irmandade para todas as pessoas. É o islã que promove a supremacia religiosa. É o Islã que é misógino. É o Islã que trama dominar o mundo como um único governo mundial. Estas ideias são fascistas.

Todas as vezes em que criticamos o islamismo, os muçulmanos e seus amigos fascistas vêm em sua defesa e dizem que existem pessoas moderadas entre eles. Mas nós estamos falando do Islamismo, que é uma religião e uma ideologia política. O fato de que existam muçulmanos “moderados” que não obedecem a sua religião é conversa fiada e é irrelevante ao que o islã prega.

Qualquer pessoa que o impeça de falar contra qualquer ideologia é um fascista. Não hesite em chamar essa pessoa por esse nome. Não fique na defensiva. A melhor defesa é um bom ataque. Imediatamente chame-os de fascistas por serem eles aqueles que tentam suprimir sua liberdade de expressão e defendem uma ideologia misógina de ódio, violência e dominação. Temos que virar a mesa desses fascistas e expor os defensores do islã a vergonha. Não podemos vencer esta guerra “pisando em ovos”. Sem recorrer a violência física, seja agressivo em seu ataque verbal contra o islã.

Você não vai acreditar no e-mail que eu recebi uns dois dias atrás. Alguém escreveu:

Os ataques no Quênia pelos muçulmanos têm me incomodado pois eles separaram os muçulmanos dos não muçulmanos com a tática de fazer perguntas sobre o islã. Se eu for pego em uma situação similar, como é que eu e minha família podemos nos passar por muçulmanos? Você pode me dizer como eu me visto e quais fatos eu tenho que saber sobre o Islã e Maomé? Também pode me ensinar a fazer as orações e me ensinar dois ou três versos em Árabe que eu possa lembrar de cor? Eu ficaria grato pelo seu conselho pois me ajuda a sobreviver aos jihadistas”.

Mas é assim mesmo que os muçulmanos querem e foi assim que eles venceram. Eles intimidaram as pessoas poupando suas tristes vidas, pois eles timidamente fingiram serem muçulmanos. Em apenas duas gerações, os filhos desses covardes se tornaram muçulmanos fanáticos e agora estamos sofrendo sua perseguição. Por que salvar tal vida vivida na covardia? Não é melhor a morte do que viver esta vida sem vergonha?

Nós não vamos ganhar esta Guerra com covardia. O fascismo islâmico prospera pela covardia de suas vítimas. E daí se eles chamarem você de racista ou fascista? Insulte-os de volta usando os mesmos nomes e continue atacando o islã. Não os deixe intimidá-lo ao silêncio pelo bullying.

Você me pergunta quando é que a elite política vai acordar. Eles vão acordar quando o público acordar. Você diz que a maioria das pessoas sabe da verdade, mas eles estão com medo de falar publicamente. O mesmo acontece com os políticos. De fato, os políticos estão em uma pressão maior. Se um cidadão médio está com medo de falar o que pensa, e todos aceitam isso, e provavelmente ninguém faz nada, por que você espera que os políticos coloquem suas carreiras em risco? Eles têm mais a perder. Então se você não tem coragem de fazer a coisa certa, não culpe os outros. Como disse Jesus: quem não tiver pecado atire a primeira pedra.

Os políticos sabem o quanto sabe o povo, mas eles pensam que é politicamente melhor o apaziguamento e a mentira, e jogam o jogo do engano, até quando causam um escândalo e são forçados a pedirem desculpas ou renunciarem ao cargo. Eles terão coragem de falar quando o povo tiver essa coragem. O público é você. Você tem coragem de denunciar o islã publicamente ou em qualquer lugar fora de seu quarto? Se a resposta for não, então você não merece a liberdade.

 a roupa nova do imperador2

O islã é a roupa nova do imperador. Todo mundo com bom senso pode ver que é uma religião de terror, mas ninguém ousa dizer pelo medo de ser insultado de racista ou fascista. O engano das roupas invisíveis do imperador é exposto quando uma criança na multidão, muito jovem para entender a vantagem de manter a farsa, grita que o imperador está nu e o grito é dado por outros. Se você quer pôr um fim a esta charada sobre o islamismo, você tem que agir como aquela criança e gritar que o islã é uma religião de ódio. Uma vez que você fizer isso, outros tomarão coragem e seu grito será levado em conta. Então os políticos tomarão coragem de fazer o que é de seu dever: proteger o país contra seus inimigos.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, Ali Sina é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé).

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