Tire sarro de Maomé.

Texto de Ali Sina (Original 2006 –Laugh at MuHamMad) Tradução e adaptação: Khadija Kafir  11/06/2015

Os muçulmanos miraram um pequeno país para ensinar-lhes uma lição. Jyllands-Posten, um jornal dinamarquês convidou os cartunistas para desenharem caricaturas de Maomé. Uma dúzia respondeu. Mas quando o jornal publicou aqueles desenhos em setembro de 2005, o mundo muçulmano ficou louco. Os muçulmanos praticam bullying e atacam os mais fracos. Neste caso, com uma população de não mais do que 5.5 milhões, a Dinamarca foi considerada um alvo fácil. Este ataque não foi contra a liberdade de expressão e contra a democracia. Foi um ataque ao mundo livre.

Como os sábios já diziam, a melhor defesa é um bom ataque. O que estamos testemunhando é um confronto, não de duas civilizações, mas o confronto da barbárie e a civilização. Sem embargo, em toda crise, há uma oportunidade. Os sábios chineses disseram isso também. Os chineses possuem ditado para tudo e todos têm algum sentido. Esta crise deu a oportunidade de atacar o coração do Islã. Nós devemos atacar onde dói mais. O Islã é um culto narcisista e nada fere mais ao narcisista do que o ridículo. Os muçulmanos quiseram ensinar ao mundo uma lição: “você deve nos respeitar senão…!” Eles querem ficar por cima e fazer os não-muçulmanos ficarem subservientes e submissos. É o que o narcisista mais deseja. Ele quer dominação, respeito e reconhecimento na base do medo.

Nas palavras do Doutor Sam Vaknin: “O narcisista se alimenta de outras pessoas que lançam de volta para ele uma imagem que ele projeta. Sua única missão neste mundo é: refletir seu falso ego, admirá-lo e aplaudir suas ações mesmo se for detestável – em outras palavras- narcisistas querem se assegurar que os outros saibam que ele existe mediante constante atenção”.

Nós não devemos dar a eles o que eles querem, ao invés disso, devemos retribuir o “favor” e ensinar a eles uma lição. Vários jornais através da Europa imprimiram as charges de Maomé para mostrar apoio à Dinamarca. É legal, mas não é suficiente.

Isto é uma guerra. Os muçulmanos usam as armas de sua escolha, que são o tumulto, o vandalismo, as ameaças, a violência e o terror. Eles estão travando essa guerra com tudo que têm. Nós vamos perder se não lutarmos de volta. Isto é um ataque a todos nós. Todas as pessoas que acreditam em liberdade e democracia, oriental ou ocidental, está sob ataque. Esta guerra não é entre nações, países ou raças, mas entre duas ideologias.

Os muçulmanos levantaram esta guerra para destruir a democracia. Ao lado deles estão os idiotas úteis (N.T, por exemplo, Dilma Roussef, Barack Obama, Ângela Merkel etc) e os apaziguadores (N. T esquerdistas, feministas, etc.) que agem como uma barreira entre nós. Se eles defendem o Islã, são nossos inimigos. Eles são traidores e tolos, e pessoas tolas são perigosas. Nós, os persas, temos um provérbio que diz que um inimigo sábio é melhor do que um amigo tolo. O inimigo sábio o levanta, o amigo tolo o faz cair. Não tenha pena dos tolos que defendem o Islã. Ridicularize-os também. Eles são ainda mais perigosos do que os muçulmanos porque são inimigos internos. Um traidor pode trazer mais malefícios do que uma tropa de inimigos.

Se você não é um muçulmano, você é um alvo. Agora é a hora de todas as pessoas do mundo ficarem juntas, permanecerem de pé contra a barbaridade islâmica, lutar de volta e destruí-la. Quando um país é atacado, todos os cidadãos se levantam para defender. Somos soldados agora, queiramos ou não. É uma guerra diferente. Ela transcende países e nacionalidades. É uma guerra declarada contra a humanidade. O passado voltou para atormentar o futuro. Nesta guerra o futuro da humanidade está em risco.  Quanto mais cedo entrarmos nesta guerra e lutarmos de volta, maiores serão as nossas chances de ganhar. Quanto mais a gente esperar, mais difícil ficará.

Precisamos ferir o inimigo onde dói mais. E nada causa mais dor a um narcisista do que um ataque a seu ego inflamado e sua falsa imagem. Nada o destrói mais do que o ridículo. Por que vocês acham que umas poucas charges fizeram os muçulmanos ficarem tão loucos? É por causa de seu ponto fraco. Eles sabem que a ridicularizarão tem poder para varrer o Islã. O diabo não aguenta ser zoado.

Um amigo árabe me disse que na sua cultura existe um provérbio que diz: “golpeie o ferro quando ainda estiver quente”. E acrescentou: “e está quente agora”. O e-mail dele foi um dos muitos que eu recebi durante os dias em que fui requisitado para começar uma campanha de caricaturas de Maomé. Acredito que essa campanha seja uma excelente ideia.

Ridicularizar o Islã irá ajudar os muçulmanos.

Há muitas pessoas inteligentes que pensam que são islâmicos e nenhum argumento racional irá balançá-los. Neles foi feita uma lavagem cerebral e eles não podem desistir de sua crença. Eles irão encontrar qualquer desculpa para se agarrar a ela. Essas pessoas irão se beneficiar muito se o Islã for ridicularizado.

Eu me lembro agora de que eu fiquei com vergonha de ser chamado muçulmano depois da revolução de 1979. Eu posso me passar por europeu, então fingi que era italiano. Como jovem, eu estava envergonhado pelo que meus compatriotas estavam fazendo e as imagens do Irã me envergonhavam. Eu não queria ser comparado com aqueles arruaceiros.

Fico feliz em saber que o que os iranianos fizeram ou estão fazendo não tem nada a ver com nossa nacionalidade. Nós demos ao mundo a primeira carta aos direitos humanos (inacreditável, não é?). Hoje o Irã é o primeiro país a violar os direitos humanos). Uma vez nós éramos um povo glorioso e um dos superpoderes do mundo. Esta selvageria não tem nada a ver com “iranianismo”. Tem tudo a ver com o Islã. Quando a verdade apareceu para mim, eu não mais tive vergonha de minha nacionalidade, mas tinha vergonha do Islã. Você não pode imaginar o alívio que eu senti. Eu não podia mudar minha nacionalidade, mas podia parar de fazer parte desse culto estúpido de pessoas selvagens. Finalmente fui libertado. Agora digo com orgulho que sou um iraniano, mas não um muçulmano.

Não há nada de errado com nossa nacionalidade. Se somos árabes, persas, turcos, paquistaneses, ou de Bangladesh, somos tão bons quanto qualquer outro povo. Quando americanos e europeus se convertem ao Islã eles se tornam os mesmo zumbis desmiolados e os mesmo terroristas odiosos, do mesmo jeito que seus correligionários orientais. É esta fé demoníaca, esta doença da mente que converte os humanos em bestas.

Maomé dizia que era um profeta de Deus, “o melhor exemplo a ser seguido”, uma “pessoa de honra” e “a melhor das criações”. Em um hadith (tradição escrita) chamado Qudsi, ele faz seu Alá dizer a ele: “se não fosse por você, eu não teria criado o universo”. Imagine o nível da insanidade! O homem sofria da forma mais severa de transtorno narcisista. E mais de 1 bilhão e meio de pessoa o seguem acreditando que em tudo que ele dizia de si mesmo. Nenhum deles tem provas para isso. Escolhem crer e não querem ser questionados nesta crença. E se você questionar, eles querem matá-lo. Não é insano? Sem dúvida alguma é por isso que estão nessa desgraça.

Isto não é piada. Isso é coisa séria. O Islã precisa ser ridicularizado e Maomé precisa ser tão zoado que as pessoas inteligentes se sintam envergonhadas de chamar a si mesmas de “muçulmanos”.

Então desenhe sua charge e também faça piadas.

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Sobre o autor: Ali Sina é o pseudônimo de um ex-muçulmano nascido no Irã, que atualmente mora no Canadá. É um dos críticos mais respeitáveis da religião islâmica e também um dos mais ferrenhos. Fundador do fórum FAITH FREEDOM INTERNATIONAL (http://www.faithfreedom.org), que ajuda ex-muçulmanos em todo o mundo, ALI SINA também é autor de várias obras, entre elas Understanding Muhammad (Para entender Maomé), com tradução em progresso.

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4 Resultados

  1. Renato Bazotte disse:

    Pior que o Lula de metido.

  2. Herzer disse:

    Amigo, eu entendo que existe a liberdade de expressão mas não concordo com a forma que você exerce este direito. Sou ateu e não tenho crença em absolutamente nada, mas isso não me faz sair por ai criticando as religiões dos outros. Respeito é tudo!

    • Khadija Kafir disse:

      Recomendo a leitura de um artigo aqui do blog chamado “defenda o direito de ficar ofendido”, de autoria de Salman Rushdie. Está nos tópicos recentes. Também recomendo a leitura do artigo “Por que caçoar do islã?” de Ali Sina, que foi o terceiro artigo publicado. 😀

    • Alexandre Medina disse:

      Islão não é religião. É sistema totalitário, fascista, paranóico, ditatorial, criminoso, genocida, sanguinário, misógino. Se acha que isso merece defesa, boa sorte. O Islão manda matar os ateus, e a opinião do muçulmano comum é essa mesmo.

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